terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

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A chuva desta terça nada impediu que o grupo MIRA estivesse presente na praça Alessando Weiss (Parque Ecológico do bairro São João). Enquanto a maioria se embalava ao som do "Alalaô", nosso público escolheu a melhor parte: Ouvir e aprender um pouco mais do desejo de Deus para nossas vidas. O carnaval veio, já se foi e você, como está? Estaremos em breve na sua área. Ah, falando nisso, contate-nos e levaremos nossa trupe até aí!!



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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

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O dia nublado não impediu que o respeitável público conhecesse um pouco mais do trabalho do grupo MIRA, que esteve presente neste sábado, no estacionamento da praia do molhe, aqui em Itajaí. Confira as fotos e veja um pouco do que rolou por lá. Fique antenado que nesta 3ª (12/02 - feriado de carnaval) estaremos estacionando nosso "MIRAmóvel" por aí. Até lá!
                                             
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Em Busca de Seu Próprio Clown

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Em Busca de Seu Próprio Clown
Jacques Lecoq
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Na tradição do circo, o clown começava sendo um acrobata, malabarista ou trapezista, e depois, com o passar do tempo, não podendo mais realizar os números no mesmo nível de qualidade, ensinava-os a um jovem e tornava-se um clown.
Desde os anos sessenta manifesta-se um interesse pelo clown. Mas o clown não está mais ligado ao circo: trocou o picadeiro pela cena e pela rua. Muitos jovens desejam ser clowns; é uma profissão de fé, uma tomada de posição perante a sociedade: ser esse personagem à parte e reconhecido por todos, pelo qual sentimos um vivo interesse, naquilo que ele não sabe fazer, lá onde ele é fraco. Mostrar suas fraquezas (as pernas finas, o peito largo, os braços pequenos) e enfatizá-las usando roupas diferentes daquelas que usualmente as ocultam, é aceitar-se e mostrar-se tal como se é.
Numerosos jovens em todos os países andam pelas ruas com três bolinhas, uma cambalhota, uma parede invisível, querendo ser vistos. O fenômeno ultrapassa a simples representação e seu espetáculo. Esse clown "psicológico", que pode desenvolver uma pedagogia dramática, necessária à liberdade do comediante, não é forçosamente um clown de espetáculo e permanece no mais das vezes sendo um modo de expressão privado. O pequeno nariz vermelho não basta para fazer um clown profissional e a representação não deve ser uma exibição consoladora.
O clown exige também uma proeza, freqüentemente ao inverso da lógica; ele põe em desordem uma certa ordem e permite assim denunciar a ordem vigente: deixa cair o chapéu, vai apanhá-lo mas, desajeitadamente, dá-lhe um pontapé e, sem querer, pisa na bengala que lhe joga de volta o chapéu nas mãos. O clown erra onde não esperamos e acerta onde não esperamos. Se tentar um salto perigoso, cai, mas o executa quando lhe dão uma bofetada. Assim o clown Grock, escondido atrás de um biombo, conseguia junglar com três bolas, só elas visíveis ao público, o que não conseguia fazer perante o público.
O clown toma tudo ao pé da letra, em seu sentido imediato: quando a noite cai (bum!) ele a procura no chão e nós rimos de seu lado idiota e ingênuo. Se alguém lhe manda tomar um ar ele quer segurá-lo com a mão. Todos pregam-lhe peças. Alguém o manda abaixar-se e olhar para os pés: ele se abaixa e leva um pontapé nos fundilhos; achando a piada "muito boa", vai passá-la a um terceiro personagem; este lhe pede para mostrar como fazê-lo e o clown recebe um novo pontapé deste novo personagem, que já conhecia a blague.
O pequeno nariz vermelho, "a menor máscara do mundo", dando ao nariz uma forma redonda, banha os olhos de ingenuidade e aumenta o rosto, desarmando-o de qualquer defesa. Ele não causa medo, o que faz com que seja amado por todas as crianças.
A pantomima, outrora, desceu ao picadeiro do circo e deu ao clown o rosto branco de Pierrot, que torna-se então o clown branco. O clown, hoje, é sobretudo o augusto e, portanto, todos os cômicos do picadeiro.
Beckett deu uma nova dimensão ao clown, fazendo com que ele descobrisse os altos sopros da existência. O herói trágico tornou-se inabordável, e o clown o substitui, "Esperando Godot"...
Clowns de teatro e clowns de circo misturam-se no Circo Alfred, na Tchecoslováquia, com Ctibor Turba e Boleslav Polivka. Pierre Byland e Philippe Gaulier, clowns de teatro absurdo, fazem um espetáculo, Os Pratos. Cada país encontra seus clowns, o fenômeno é internacional, e não é o circo que os faz nascer. Os jovens comediantes se reconhecem nesse mundo clownesco que desenvolvem longe da imagem típica do clown de circo.
Essa busca de seu próprio clown reside na liberdade de poder ser o que se é e de fazer os outros rirem disso, de aceitar a sua verdade. Existe em nós uma criança que cresceu e que a sociedade não permite aparecer; a cena a permitirá melhor do que a vida.
Esse caminho é puramente pedagógico e essa experiência serve ao comediante para além mesmo da representação clownesca. Não basta, para um clown de teatro, apresentar-se ao público fracassando naquilo que procura realizar e com uma roupa típica e nariz vermelho. O clown profissional deve saber realizar seus fracassos com talento e trabalho. Os clowns de teatro fundamentam-se mais sobre o talento do comediante que sobre o do acrobata; sem o nariz vermelho, eles animam um mundo geralmente absurdo e trágico. Em companhias, montam peças curtas criando seus personagens a partir de si mesmos, caricaturando a si mesmos.
In "Le Théâtre du geste", org. de Jacques Lecoq, Ed. Bordas, Paris, 1987, pág. 117. Tradução de Roberto Mallet.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

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Grupo Mira na Praça do Jardim Esperança

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Culto de Ação de Graças

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                                                            Culto de Ação de Graças



Neste sábado (20/10) realizamos nosso primeiro trabalho com nosso ônibus-palco, adquirido recentemente pelo grupo. O evento aconteceu na praça Alessandro Weiss (parque ecológico, para os íntimos) e foi uma bênção de Deus!! O Grupo MIRA, em parceria com o Ministério de Louvor da Comunidade Amar, juntamente com o coral e também com a Banda Jovens Amar, pôde mais uma vez propagar o amor de Deus através de diversas manifestações. Estaremos agendando diversas apresentações até o fim do ano com nosso "pequeno veículo". Por isso lhe convidamos a embarcar nessa idéia e conhecer um pouco mais desse Jesus maravilhoso que tem mudado a cada dia nossas vidas! - Deus planeja mudar seu caminho - e você, quais são seus planos?


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

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                                                Grupo MIRA na semana das crianças


Durante duas semanas de outubro o Grupo MIRA esteve em DIVERSAS escolas de Itajaí realizando o trabalho com as crianças de nossa cidade. Como este projeto já acontece há três anos, em algumas escolas já virou tradição a participação da nossa trupe. Confira as fotos e conheça um pouco mais deste trabalho voluntário e eficaz!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

CMEAR 2012

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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

"Pai é quem Cria"

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Dia de fortes emoções na casa de Giusepe e Ciciliana, que fica logo ali, atrás do "Ristorante" mais tradicional do bairro da Mooca. O prole Marcelo, Catarina e Enrico viverão momentos que dividirão seus caminhos e você está convidado para esta reunião familiar!! "Pai é quem Cria" reúne humor e reflexão numa mistura de atitude, doação e sobretudo, amor!




terça-feira, 22 de maio de 2012

Clipe Onde Irei | Banda MIRA

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No dia 20/05/12 Foi lançado o primeiro Clipe Oficial da Banda MIRA.
O Clipe foi gravado em Itajaí no mês de maio por Luan Lessa com a música tema Onde Irei, música esta própria banda assim como as demais do CD Admirado lançado em outubro de 2011.

Esperamos que todos curtam e ajudem a divulgar.



Banda MIRA
Música: Onde Irei
CD: Admirado - 2011
Letra e música: Thiago Ramos
Vídeo: Luan Lessa
Website: www.bandamira.com

segunda-feira, 21 de maio de 2012

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Praça Camboriú - Igreja Batista da Graça


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